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DOMINGO XI DO TEMPO COMUM | ANO B

16  de junho de 2024

TEMA
A liturgia do 11º Domingo do Tempo Comum convida-nos a olhar para a vida e para o mundo com confiança e esperança. Deus, fiel ao seu plano de salvação, continua, hoje como sempre, a conduzir a história humana para uma meta de vida plena e de felicidade sem fim.
Na primeira leitura, o profeta Ezequiel assegura ao Povo de Deus, exilado na Babilónia, que Deus não esqueceu a Aliança, nem as promessas que fez no passado. Apesar das vicissitudes, dos desastres e das crises que as voltas da história comportam, Israel deve continuar a confiar nesse Deus que é fiel e que não desistirá nunca de oferecer ao seu Povo um futuro de tranquilidade, de justiça e de paz sem fim.
O Evangelho apresenta uma catequese sobre o Reino de Deus – essa realidade nova que Jesus veio anunciar e propor. Trata-se de um projecto que, avaliado à luz da lógica humana, pode parecer condenado ao fracasso; mas ele encerra em si o dinamismo de Deus e acabará por chegar a todo o mundo e a todos os corações. Sem alarde, sem pressa, sem publicidade, a semente lançada por Jesus fará com que esta realidade velha que conhecemos vá, aos poucos, dando lugar ao novo céu e à nova terra que Deus quer oferecer a todos.
A segunda leitura recorda-nos que a vida nesta terra, marcada pela finitude e pela transitoriedade, deve ser vivida como uma peregrinação ao encontro de Deus, da vida definitiva. O cristão deve estar consciente de que o Reino de Deus (de que fala o Evangelho de hoje), embora já presente na nossa atual caminhada pela história, só atingirá a sua plena maturação no final dos tempos, quando todos os homens e mulheres se sentarem à mesa de Deus e receberem de Deus a vida que não acaba. É para aí que devemos tender, é essa a visão que deve animar a nossa caminhada.

(in https://www.dehonianos.org/)

Lançamento da obra «Meu Canto é para Ti»

A obra «Meu Canto é para Ti» da autoria de monsenhor José Pedro Martins vai ser lançada no dia 14 deste mês, às 18h30, no Seminário de São José, em Faro.

Com a chancela da Paulinas Editora a apresentação está a cargo de monsenhor António Cartageno, padre Pedro Manuel e a irmã Eliete Duarte, lê-se numa nota enviada à Agência ECCLESIA.

A saudação inicial e final está a cargo do bispo do Algarve, D. Manuel Quintas.

O coro «Cantate Domino» também vai atuar.

in agência ecclesia

D. JOÃO LAVRADOR CONVIDOU FIÉIS A SEREM MISSIONÁRIOS DO AMOR DE DEUS 

A Diocese de Viana do Castelo celebrou a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus com o encontro/convívio diocesano de sacerdotes, o encontro diocesano do Apostolado de Oração e a Eucaristia. Todas as iniciativas decorreram no Santuário do Sagrado Coração de Jesus, em Santa Luzia. 

Mais de 50 sacerdotes participaram no encontro/ convívio, que contou com intervenção de D. Pio Alves, Bispo Emérito do Porto. Recordando textos do Antigo e Novo Testamento, D. Pio Alves apelou para que "nunca deixem de ver com o coração".

Já o Bispo diocesano, D. João Lavrador, convidou os sacerdotes a inspirarem-se no Sagrado Coração de Jesus. "É a ação do Espírito que nos ajuda no caminho da Santidade", afirmou.

Da parte de tarde, o Apostolado de Oração promoveu um encontro diocesano, que foi orientado pelo assistente Pe. Paulo Emanuel Dias e contou com a participação de várias zeladoras da Diocese.

No final, decorreu a celebração, que foi presidida por D. João Lavrador. "A comunidade é o corpo visível de Cristo e vocês fazem parte dele", salientou, ressaltando a importância da relação com Deus e apelando à consciência de que são Povo de Deus. "Sois membro do corpo, que é Cristo", reforçou.

O Bispo diocesano destacou ainda "a grandeza do amor de Deus". "O amor é sempre partilha", afirmou, convidando os fiéis a serem missionários do amor de Deus. "O batizado nunca se pode separar da Eucaristia, se quer viver o amor de Cristo. Tem que ser alimentado, alicerçado e edificado constantemente", defendeu, acrescentando: "Pertence-nos, agora, sermos testemunhas do amor de Cristo".

in diocesedeviana.pt

A Nossa História

A Paróquia de Nossa Senhora de Monserrate foi instituída em 23 de Janeiro de 1621.

Porém, a história da criação da Paróquia tinha começado 80 anos antes e envolveu quatro Arcebispos de Braga.

A primeira intenção de criar a Paróquia foi demonstrada em 1541, quando o Arcebispo de Braga, D. Frei Diogo da Silva, em visitação, tendo constatado o grande aumento demográfico da Vila de Viana, decidiu, após ouvir o Cabido e a Câmara, criar uma nova paróquia, e edificar outra igreja com a invocação do Bem-Aventurado Apóstolo, S. Paulo, na parte ocidental da Vila. O Arcebispo faleceu alguns meses depois e o processo não se concretizou.