ARTIGOS RECENTES

XVII Domingo do Tempo Comum

 Ano B

25 de julho de 2021

A liturgia do 17º domingo Comum dá-nos conta da preocupação de Deus em saciar a "fome" de vida dos homens. De forma especial, as leituras deste domingo dizem-nos que Deus conta connosco para repartir o seu "pão" com todos aqueles que têm "fome" de amor, de liberdade, de justiça, de paz, de esperança.
Na primeira leitura, o profeta Eliseu, ao partilhar o pão que lhe foi oferecido com as pessoas que o rodeiam, testemunha a vontade de Deus em saciar a "fome" do mundo; e sugere que Deus vem ao encontro dos necessitados através dos gestos de partilha e de generosidade para com os irmãos que os "profetas" são convidados a realizar.
O Evangelho repete o mesmo tema. Jesus, o Deus que veio ao encontro dos homens, dá conta da "fome" da multidão que O segue e propõe-Se libertá-la da sua situação de miséria e necessidade. Aos discípulos (aqueles que vão continuar até ao fim dos tempos a mesma missão que o Pai lhe confiou), Jesus convida a despirem a lógica do egoísmo e a assumirem uma lógica de partilha, concretizada no serviço simples e humilde em benefício dos irmãos. É esta lógica que permite passar da escravidão à liberdade; é esta lógica que fará nascer um mundo novo.
Na segunda leitura, Paulo lembra aos crentes algumas exigências da vida cristã. Recomenda-lhes, especialmente, a humildade, a mansidão e a paciência: são atitudes que não se coadunam com esquemas de egoísmo, de orgulho, de autossuficiência, de preconceito em relação aos irmãos. (https://www.dehonianos.org/)

Município felicita Paróquia de Monserrate pelo aniversário jubilar

Paróquia de Nossa Senhora de Monserrate 

Ano Jubilar

400 Anos da sua Ereção

Hoje, dia 23 de janeiro de 2021, a Paróquia de Nossa Senhora de Monserrate, celebra 400 anos da sua ereção. Trata-se de uma data a comemorar, como um Ano Jubilar, ao longo de 2021. Um Jubileu é sempre uma ocasião de graça e de bênçãos, onde não só se faz memória, mas também se potencializa o futuro.

Neste percurso, além da Padroeira, Nossa Senhora de Monserrate, uma outra figura é referência, estímulo e exemplo a seguir: São Bartolomeu dos Mártires. Não pelo simples facto da igreja paroquial albergar o seu túmulo, mas porque interpela como homem de fé, de Igreja, na cultura do seu tempo, e é portador incansável de uma bela notícia, geradora de vida e beleza: o Evangelho. 

(Ver o texto completo)

CELEBRAR EM FAMÍLIA

SOLENIDADE DA EPIFANIA DO SENHOR - ANO B

NATAL DO SENHOR 

25 DE DEZEMBRO DE 2020 | ANO B

A liturgia deste dia convida-nos a contemplar o amor de Deus, manifestado na incarnação de Jesus... Ele é a "Palavra" que se fez pessoa e veio habitar no meio de nós, a fim de nos oferecer a vida em plenitude e nos elevar à dignidade de "filhos de Deus".
A primeira leitura anuncia a chegada do Deus libertador. Ele é o rei que traz a paz e a salvação, proporcionando ao seu Povo uma era de felicidade sem fim. O profeta convida, pois, a substituir a tristeza pela alegria, o desalento pela esperança.
A segunda leitura apresenta, em traços largos, o plano salvador de Deus. Insiste, sobretudo, que esse projeto alcança o seu ponto mais alto com o envio de Jesus, a "Palavra" de Deus que os homens devem escutar e acolher.
O Evangelho desenvolve o tema esboçado na segunda leitura e apresenta a "Palavra" viva de Deus, tornada pessoa em Jesus. Sugere que a missão do Filho/"Palavra" é completar a criação primeira, eliminando tudo aquilo que se opõe à vida e criando condições para que nasça o Homem Novo, o homem da vida em plenitude, o homem que vive uma relação filial com Deus.

CELEBRAR EM FAMÍLIA

IV DOMINGO DO ADVENTO - ANO B

04º Domingo do Advento - Ano B

20 de dezembro de 2020 

A liturgia deste último Domingo do Advento refere-se repetidamente ao projecto de vida plena e de salvação definitiva que Deus tem para oferecer aos homens. Esse projecto, anunciado já no Antigo Testamento, torna-se uma realidade concreta, tangível e plena com a Incarnação de Jesus.
A primeira leitura apresenta a "promessa" de Deus a David. Deus anuncia, pela boca do profeta Natã, que nunca abandonará o seu Povo nem desistirá de o conduzir ao encontro da felicidade e da realização plenas. A "promessa" de Deus irá concretizar-se num "filho" de David, através do qual Deus oferecerá ao seu Povo a estabilidade, a segurança, a paz, a abundância, a fecundidade, a felicidade sem fim.
A segunda leitura chama a esse projeto de salvação, preparado por Deus desde sempre, o "mistério"; e, sobretudo, garante que esse projeto se manifestou, em Jesus, a todos os povos, a fim de que a humanidade inteira integre a família de Deus.
O Evangelho refere-se ao momento em que Jesus encarna na história dos homens, a fim de lhes trazer a salvação e a vida definitivas. Mostra como a concretização do projeto de Deus só é possível quando os homens e as mulheres que Ele chama aceitam dizer "sim" ao projeto de Deus, acolher Jesus e apresentá-l'O ao mundo.

CELEBRAR EM FAMÍLIA

III DOMINGO DO ADVENTO - ANO B

CELEBRAR EM FAMÍLIA

II DOMINGO DO ADVENTO - ANO B


ATENÇÃO

Combate à pandemia

Novas medidas Covid 19

Eucaristias do Dia do Senhor para os próximos dois fins de semana


Dia 15 e 22 (domingo):

8h30 - Santuário Sra. d'Agonia
10h30 - Igreja Paroquial S. Domingos

SÁBADO/DOMINGO:

DIA 14, 15, 21 e 22 às 18h00 - NÃO HÁ EUCARISTIA

Celebrar e viver a fé em tempo de pandemia - Nota da Conferência Episcopal Portuguesa

1. Os Bispos de Portugal vivem na fé e na confiança a presente situação de pandemia, fazendo suas as dificuldades e sofrimentos dos concidadãos. Em particular, veem preocupados o alastrar da Covid-19, com riscos agravados para a vida e saúde de tantos irmãos e irmãs. Dada a gravidade da situação, apelamos a todos para que adotem comportamentos responsáveis nos mais diversos setores da sua vida e atividade e respeitem as determinações das autoridades constituídas, com o objetivo de travar e controlar a vaga de contágios. Em particular, este comportamento responsável deve ser vivido após as celebrações litúrgicas mais festivas (Batizados, Comunhões, Crismas e Casamentos), evitando sempre as concentrações fora das igrejas e nas próprias casas.

2. Recordamos que, segundo a lei litúrgica, a celebração do Domingo começa com as primeiras vésperas. A lei canónica alargou o tempo útil para a participação na Missa de preceito para a tarde precedente. Trata-se de uma lei geral da Igreja que só pode ser alterada pela Sé Apostólica. A impossibilidade de cumprir o preceito dominical não dispensa ninguém - nem mesmo quem não pode ou não deve sair de casa por motivos alheios à sua vontade - de cumprir o mandamento divino de santificar o dia do Senhor. Isso pode fazer-se de múltiplas formas, vivendo na alegria espiritual o dia da ressurreição do Senhor Jesus: participar na Eucaristia no sábado ou noutro dia da semana; realizar com amor os serviços da convivência familiar, sem descurar o conveniente repouso do corpo e do espírito; dedicar um tempo razoável à oração pessoal e, se possível, em família, com a leitura da Sagrada Escritura e outros exercícios de piedade; unir-se espiritualmente, se possível, a alguma celebração eucarística transmitida pela rádio, televisão ou internet; estabelecer contacto, pelos meios disponíveis, com familiares, amigos e conhecidos, privilegiando os que mais sofrem a doença ou a solidão; estar solidariamente atentos às necessidades e alegrias dos vizinhos.

3. Caso não seja possível a realização da catequese presencial, pedimos aos catequistas para se manterem em contacto com os catequizandos e suas famílias e que, grupo por grupo, vão avaliando as possibilidades de lhes proporcionarem este serviço: por meios digitais e outros, direcionados preferentemente aos pais, no caso da catequese da infância, para que sejam estes, como primeiros catequistas, a transmitirem aos seus filhos a mensagem cristã. Em todo o caso, responsabilizem-se os pais pelo acompanhamento dos filhos durante eventuais sessões de catequese à distância para os ajudarem a concentrar-se nas mesmas e para esclarecer as incompreensões e dúvidas que os filhos possam ter; sem este envolvimento da família, a catequese por meios digitais será uma ilusão.

4. Damos graças a Deus pelo trabalho dedicado e criativo dos sacerdotes, diáconos e agentes pastorais, ao serviço das comunidades, Instituições Particulares de Solidariedade Social e capelanias, para viver, partilhar e encorajar a fé que produz esperança e confiança na presença de Deus que nos ajuda a superar as dificuldades presentes e a ir ao encontro de quem mais precisa.

5. Confiamos todos vós, as vossas famílias e as vossas comunidades ao amparo de Santa Maria, Senhora do Rosário de Fátima e Mãe da Igreja, pedindo, por sua intercessão, que o Senhor nos confirme na fé e na caridade, nos ajude a superar esta crise e a colaborar na construção de um mundo mais solidário e fraterno.

Fátima, 13 de novembro de 2020

Falecimento D. José Augusto Pedreira 

(1935-2020)

"Tudo posso n´Aquele que me conforta" (Flp. 4, 13), recordou-nos S. Paulo ainda no passado Domingo. Deste modo, unidos ao coração do Pai, na força que nos advém da fraqueza que Jesus assume e revigora com a Ressurreição, no momento em que ainda recordamos de forma viva a partida repentina de D. Anacleto Oliveira, a Diocese de Viana do Castelo comunica o falecimento do seu Bispo Emérito D. José Augusto Martins Fernandes Pedreira, seu antecessor, ao final desta manhã. Neste mesmo espírito, depois de ouvido o Colégio de Consultores, Monsenhor Sebastião Pires Ferreira, Administrador Diocesano, informa que as exéquias terão lugar no dia 16 de Outubro, sexta-feira, pelas 15:00 horas na Sé Catedral de Viana do Castelo, indo o féretro, posteriormente, a sepultar no Cemitério da Ordem Terceira desta mesma cidade. Na mesma Sé Catedral, nesta Quinta-feira, os restos mortais estarão já disponíveis para a oração pública e responsável dos fiéis, ocorrendo, pelas 21:30 a recitação da hora canónica de Completas e na Sexta-Feira, dia 16 de Outubro, a hora de Laudes pelas 9:30. Mais se informa que a Missa de 7º Dia decorrerá no dia 20 de Outubro, pelas 18:00 horas na mesma Sé Catedral. As circunstâncias excecionais que nos envolvem aconselham-nos, por isso, a reanimar a oração, assim como à serenidade e tranquilidade com fim a uma gestão cuidadosa da saúde pública. 

Unidos no Senhor,

A Diocese de Viana do Castelo

Apostolado do Mar: Vaticano assinala 100 anos de pastoral do setor, alertando para impacto da pandemia

Celebrações do primeiro centenário da «Stella Maris» decorrem online

O Vaticano publicou uma mensagem pelo primeiro centenário do Apostolado do Mar, alertando para a crise humana que se vive no setor, por causa da pandemia.

O presidente do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral (Santa Sé), cardeal Peter Turkson, apela a governos, organizações internacionais e nacionais e autoridades portuárias para que unam esforços, a fim de "resolver esta dramática situação".

Com "as restrições de viagem, o encerramento das fronteiras e as medidas de quarentena impostas por muitos governos em resposta à pandemia da Covid-19", afirma o cardeal, mais de 300 mil marítimos estão atualmente confinados ao mar, com dificuldades nos contratos de trabalho que tiveram de ser prorrogados.

A Igreja Católica manifesta a sua solidariedade perante o que qualifica como "crise de emergência humana no mar".

O colaborador do Papa destaca ainda o trabalho realizado por capelães e voluntários católicos, os quais realizam "pelo menos 70 mil visitas de navios", em cerca de 300 portos no mundo.

No próximo domingo, D. Philip Tartaglia, arcebispo de Glasgow, vai presidir uma Missa de ação de graças pelos 100 anos da 'Stella Maris', pelas 15h00 (hora de Lisboa), com transmissão ao vivo, via streaming.

O XXV Congresso Mundial do Apostolado do Mar, por sua vez, foi adiado para 2021, de 3 a 8 de outubro, também em Glasgow, na Escócia.

A rede mundial da 'Stella Maris', ministério da Igreja Católica, foi fundada nessa cidade escocesa, em 1920, contando hoje com mais de mil capelães e voluntários.

A Santa Sé anuncia que o ministério para as pessoas que trabalham e vivem do mar passa a ter uma única denominação, 'Stella Maris' (Estrela do Mar), nome ligado à devoção à Virgem Maria.

O padre Bruno Ciceri, diretor internacional da 'Stella Maris' no Dicastério para o Serviço de Desenvolvimento Humano Integral, precisa que a designação vai substituir o atual nome, 'Apostolado do Mar'.

Último adeus a D. Anacleto Oliveira marcado para dia 22 de setembro

Bispo diocesano irá a sepultar na quarta-feira, dia 23 de setembro, em Cortes, Leiria, a sua terra natal

As exéquias fúnebres de D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana do Castelo, estão marcadas para terça- feira, dia 22 de setembro, seguindo as normas de saúde prescritas, conforme anunciado pela diocese.

Segunda-feira (21 de setembro)

Final da tarde - Acolhimento dos restos mortais de D. Anacleto na Sé de Viana do Castelo

22:30 - Oração das Completas

Terça-feira (22 de setembro)

09:00 às 14:00 - Oração livre dos fiéis (cumprindo as normas da DGS)

15:00 - Celebração Exequial na Sé de Viana do Castelo

Quarta-feira (23 de setembro)

10:00 - Chegada à Sé de Leiria

15:00 - Celebração Exequial na Sé de Leiria seguida do sepultamento no cemitério de Cortes.

Presidente da República lamenta «morte repentina e trágica» de D. Anacleto Oliveira

Marcelo Rebelo de Sousa envia condolências à família do bispo de Viana e às comunidades católicas

O presidente da República Portuguesa lamentou hoje, em comunicado, a "morte repentina e trágica" de D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana do Castelo, que faleceu num acidente de viação.

"Ainda recentemente, D. Anacleto celebrara 50 anos de sacerdócio e 10 anos de presença na diocese do Alto Minho. A sua morte repentina e trágica, numa altura da vida em que tanto haveria a esperar do seu exemplo de pastor e de homem de bem, é motivo de consternação para os Portugueses, crentes e não crentes", refere Marcelo Rebelo de Sousa, numa texto divulgado pela Presidência da República.

O chefe de Estado envia condolências "à família enlutada e à Igreja Católica".

A mensagem assinala que a nomeação de D. Anacleto Oliveira como bispo de Viana do Castelo, em 2010, foi "o culminar de uma trajetória espiritual e pastoral de muitas décadas, feita ao serviço da Igreja Católica e dos seus fiéis".

D. Anacleto Oliveira faleceu hoje aos 74 anos de idade, na sequência de um despiste de automóvel, na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, que ocorreu ao fim da manhã; o bispo era o único ocupante da viatura.

Em agosto, Marcelo Rebelo de Sousa tinha enviado uma mensagem ao responsável pela Diocese de Viana do Castelo, para assinalar os 10 anos neste território eclesial e o seu 50.º aniversário de ordenação sacerdotal.

"Conhecimento, disponibilidade e serviço são exigências do múnus sacerdotal, e, por maioria de razão, episcopal. E os vianenses bem sabem da alegria de poder contar com um Bispo disponível no contacto pastoral e humano que é ao mesmo tempo um intelectual da Igreja, que integrou a equipa que traduziu a Nova Bíblia dos Capuchinhos e que atualmente preside à Comissão Episcopal de Liturgia", escreveu.

O presidente da República recordava um "notável percurso", ao serviço da Igreja, "em diálogo com a sociedade".

"A ousada divisa episcopal de D. Anacleto, 'Escravo de Todos', pode soar estranha aos nossos ouvidos, até nos lembrarmos das palavras do Apóstolo Paulo: 'Pois, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos para ganhar o maior número'", sublinhava.

Numa nota de imprensa enviada à Agência ECCLESIA, a Diocese de Viana do Castelo comunica o falecimento "de forma inesperada" do seu bispo, convidando a uma "oração reforçada" e à "serenidade".

"As circunstâncias excecionais que nos envolvem aconselham-nos, por isso, a uma oração reforçada, assim como à serenidade e tranquilidade próprias de quem coloca o seu coração no Senhor", refere o texto.

D. Anacleto Oliveira nasceu a 17 de julho de 1946, na freguesia de Cortes, em Leiria, e foi ordenado sacerdote a 15 de agosto de 1970; após a ordenação, estudou Sagrada Escritura em Roma e na Alemanha, onde foi capelão de uma comunidade portuguesa durante 10 anos.

Nomeado bispo para auxiliar de Lisboa em 2005, pelo Papa João Paulo II, a ordenação episcopal de D. Anacleto Oliveira decorreu no Santuário de Fátima no dia 24 de abril desse ano, presidida por D. Serafim Ferreira e Silva, então bispo da Diocese de Leiria-Fátima.

No dia 11 de junho de 2010 D. Anacleto Oliveira foi nomeado por Bento XVI como bispo de Viana do Castelo, o quarto bispo da diocese do Alto Minho, criada pelo Papa Paulo VI em 1977.

Na Conferência Episcopal Portuguesa, o bispo de Viana do Castelo presidia atualmente à Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade e à Comissão de Tradução da Bíblia.

Conferência Episcopal manifesta «grande tristeza» pelo falecimento de D. Anacleto Oliveira

Bispo de Viana recordado como «biblista e homem de cultura» 

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) manifestou hoje "grande tristeza" perante a notícia do falecimento de D. Anacleto Oliveira, vítima de um acidente de viação.

"Eram conhecidas as competências de D. Anacleto como biblista e homem de cultura, constantemente atento às realidades concretas da nossa sociedade, extremamente dedicado aos sacerdotes e aos fiéis que servia pastoralmente, sempre solícito nas ações comuns da Igreja em Portugal", refere uma nota do organismo católico, enviada à Agência ECCLESIA.

O texto recorda que o falecido bispo tinha celebrado recentemente "50 anos de ordenação sacerdotal e 10 anos como pastor da Diocese de Viana do Castelo".

D. Anacleto Oliveira faleceu hoje aos 74 anos de idade, na sequência de um despiste de automóvel, na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, que ocorreu ao fim da manhã; era o único ocupante da viatura.

A nota recorda que o falecido bispo integrou vários organismos da CEP, incluindo o seu Conselho Permanente, e que nos últimos seis anos presidia à Comissão de Tradução da Bíblia para português a partir dos textos originais; em junho tinha sido eleito presidente da Comissão Episcopal da Liturgia e Espiritualidade.

Agradecemos ao Senhor por tantos e bons trabalhos que D. Anacleto exerceu entre nós, rezamos para que o acolha na sua comunhão, concedendo-lhe o eterno descanso nos esplendores da luz perpétua, e desejamos que seja nosso intercessor no Coração de Deus Pai, alimentando com fé e esperança todos os que sofrem por esta inesperada partida".

Numa nota de imprensa enviada à Agência ECCLESIA, a Diocese de Viana do Castelo comunicou o falecimento "de forma inesperada" do seu bispo, convidando a uma "oração reforçada" e à "serenidade".

"As circunstâncias excecionais que nos envolvem aconselham-nos, por isso, a uma oração reforçada, assim como à serenidade e tranquilidade próprias de quem coloca o seu coração no Senhor", refere o texto.

D. Anacleto Oliveira nasceu a 17 de julho de 1946, na freguesia de Cortes, em Leiria, e foi ordenado sacerdote a 15 de agosto de 1970; após a ordenação, estudou Sagrada Escritura em Roma e na Alemanha, onde foi capelão de uma comunidade portuguesa durante 10 anos.

Nomeado bispo para auxiliar de Lisboa em 2005, pelo Papa João Paulo II, a ordenação episcopal de D. Anacleto Oliveira decorreu no Santuário de Fátima no dia 24 de abril desse ano, presidida por D. Serafim Ferreira e Silva, então bispo da Diocese de Leiria-Fátima.

No dia 11 de junho de 2010 D. Anacleto Oliveira foi nomeado por Bento XVI como bispo de Viana do Castelo, o quarto bispo da diocese do Alto Minho, criada pelo Papa Paulo VI em 1977.

Faleceu o bispo de Viana do Castelo

Set 18, 2020 - 18:59


D. Anacleto Oliveira celebrou este verão 50 anos de sacerdócio e 10 de presença na diocese do Alto Minho

 D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana do Castelo, faleceu hoje aos 74 anos de idade, confirmou à Agência ECCLESIA o secretário e porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, padre Manuel Barbosa.

O responsável católico morreu na sequência de um despiste de automóvel, na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, que ocorreu ao fim da manhã de hoje; D. Anacleto Oliveira era o único ocupante da viatura.

Fonte da GNR, citada pela Lusa, indicou que o óbito foi declarado no local e o corpo foi encaminhado para o serviço de Medicina Legal do Hospital de Beja.

Numa nota de imprensa enviada à Agência ECCLESIA, a Diocese de Viana do Castelo comunica o falecimento "de forma inesperada" do bispo diocesano, convidando a uma "oração reforçada" e à "serenidade".

"As circunstâncias excecionais que nos envolvem aconselham-nos, por isso, a uma oração reforçada, assim como à serenidade e tranquilidade próprias de quem coloca o seu coração no Senhor", refere o texto.

Agência Ecclesia

D. Anacleto Oliveira nasceu a 17 de julho de 1946, na freguesia de Cortes, em Leiria, e foi ordenado sacerdote a 15 de agosto de 1970; após a ordenação, estudou Sagrada Escritura em Roma e na Alemanha, onde foi capelão de uma comunidade portuguesa durante 10 anos.

Nomeado bispo para auxiliar de Lisboa em 2005, a ordenação episcopal de D. Anacleto Oliveira decorreu no Santuário de Fátima no dia 24 de abril desse ano, presidida por D. Serafim Ferreira e Silva, então Bispo da Diocese de Leiria-Fátima.

No dia 11 de junho de 2010 D. Anacleto Oliveira foi nomeado bispo de Viana do Castelo, o quarto bispo da diocese criada pelo Papa Paulo VI em 1977.

Na Conferência Episcopal Portuguesa, o bispo de Viana do Castelo presidia atualmente à Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade e à Comissão de Tradução da Bíblia para português a partir dos textos originais, que está em curso.

Este verão, D. Anacleto Oliveira assinalou no dia 14 de agosto os 10 anos de bispo de Viana do Castelo e 50 de ordenação sacerdotal.

Em declarações à Agência ECCLESIA por ocasião do jubileu sacerdotal, D. Anacleto Oliveira recordou o dia em que chegou a Viana do Castelo, a 15 de agosto de 2010, para onde foi "à aventura".

"Estava um calor infernal nesse dia, vim para aqui às escuras, não conhecia o Minho nem procurei conhecer, apenas me informei o que era Viana do Castelo e vim à aventura", lembrava.

Dez anos depois, o bispo dizia sentir-se bem no Minho e da "maneira de ser minhota, extrovertida e brincalhona" das suas gentes.

"Quando estou fora sinto saudades de Viana. É difícil não se enamorar por esta diocese, encontramos aqui pessoas tão boas e de quem recebemos muito e muitas lições, são pessoas muito abertas à mensagem que procuramos transmitir e isso é compensador para nós", afirmou.

De operário fabril a bispo diocesano - D. Anacleto Oliveira percorre os 50 anos de sacerdote e dez anos de entrada na Diocese de Viana do Castelo (c/vídeo)

Conferência Episcopal aprovou candidatura de três igrejas a basílicas menores

Os bispos católicos portugueses, reunidos em Assembleia Plenária, aprovaram em Fátima a candidatura de três igrejas a basílicas menores, nas Dioceses de Viana do Castelo e de Bragança-Miranda

Na informação enviada hoje à Agência ECCLESIA, a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) informa que Assembleia Plenária aprovou as candidaturas a Basílica menor da igreja de São Domingos, onde está sepultado São Bartolomeu dos Mártires, e igreja do Sagrado Coração de Jesus, no monte de Santa Luzia, ambas na Diocese de Viana do Castelo.

Os bispos católicos portugueses aprovaram também a candidatura da igreja Matriz da Torre de Moncorvo, na Diocese de Bragança-Miranda, a Basílica menor.

Na Igreja Católica há "basílicas maiores" e "basílicas menores", de que são exemplo, em Portugal, a dos Mártires, em Lisboa, a Real, de Castro Verde, e as de Nossa Senhora do Rosário e da Santíssima Trindade de Fátima.

A palavra basílica, com origem nos termos gregos 'basileus' (rei) e 'basilikos' (real), era utilizada na Roma antiga para designar grandes edifícios de reunião.

Esta terça-feira, na Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), que termina hoje em Fátima, foi eleito como presidente da CEP o bispo da Diocese de Setúbal, D. José Ornelas, para os próximos três anos (2020-2023), e os bispos procederam também à eleição dos presidentes das sete Comissões Episcopais do organismo católico.

A Nossa História

A Paróquia de Nossa Senhora de Monserrate foi instituída em 23 de Janeiro de 1621.

Porém, a história da criação da Paróquia tinha começado 80 anos antes e envolveu quatro Arcebispos de Braga.

A primeira intenção de criar a Paróquia foi demonstrada em 1541, quando o Arcebispo de Braga, D. Frei Diogo da Silva, em visitação, tendo constatado o grande aumento demográfico da Vila de Viana, decidiu, após ouvir o Cabido e a Câmara, criar uma nova paróquia, e edificar outra igreja com a invocação do Bem-Aventurado Apóstolo, S. Paulo, na parte ocidental da Vila. O Arcebispo faleceu alguns meses depois e o processo não se concretizou.