ARTIGOS RECENTES

SOLENIDADE DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO

22 de Novembro | Ano A

No 34º Domingo do Tempo Comum, celebramos a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. As leituras deste domingo falam-nos do Reino de Deus (esse Reino de que Jesus é rei). Apresentam-no como uma realidade que Jesus semeou, que os discípulos são chamados a edificar na história (através do amor) e que terá o seu tempo definitivo no mundo que há-de vir.
A primeira leitura utiliza a imagem do Bom Pastor para apresentar Deus e para definir a sua relação com os homens. A imagem sublinha, por um lado, a autoridade de Deus e o seu papel na condução do seu Povo pelos caminhos da história; e sublinha, por outro lado, a preocupação, o carinho, o cuidado, o amor de Deus pelo seu Povo.
O Evangelho apresenta-nos, num quadro dramático, o "rei" Jesus a interpelar os seus discípulo acerca do amor que partilharam com os irmãos, sobretudo com os pobres, os débeis, os desprotegidos. A questão é esta: o egoísmo, o fechamento em si próprio, a indiferença para com o irmão que sofre, não têm lugar no Reino de Deus. Quem insistir em conduzir a sua vida por esses critérios ficará à margem do Reino.
Na segunda leitura, Paulo lembra aos cristãos que o fim último da caminhada do crente é a participação nesse "Reino de Deus" de vida plena, para o qual Cristo nos conduz. Nesse Reino definitivo, Deus manifestar-Se-á em tudo e atuará como Senhor de todas as coisas (vers. 28). 
Fonte:https://www.dehonianos.org/

ATENÇÃO

Combate à pandemia

Novas medidas Covid 19

Eucaristias do Dia do Senhor para os próximos dois fins de semana


Dia 15 e 22 (domingo):

8h30 - Santuário Sra. d'Agonia
10h30 - Igreja Paroquial S. Domingos

SÁBADO/DOMINGO:

DIA 14, 15, 21 e 22 às 18h00 - NÃO HÁ EUCARISTIA

Celebrar e viver a fé em tempo de pandemia - Nota da Conferência Episcopal Portuguesa

1. Os Bispos de Portugal vivem na fé e na confiança a presente situação de pandemia, fazendo suas as dificuldades e sofrimentos dos concidadãos. Em particular, veem preocupados o alastrar da Covid-19, com riscos agravados para a vida e saúde de tantos irmãos e irmãs. Dada a gravidade da situação, apelamos a todos para que adotem comportamentos responsáveis nos mais diversos setores da sua vida e atividade e respeitem as determinações das autoridades constituídas, com o objetivo de travar e controlar a vaga de contágios. Em particular, este comportamento responsável deve ser vivido após as celebrações litúrgicas mais festivas (Batizados, Comunhões, Crismas e Casamentos), evitando sempre as concentrações fora das igrejas e nas próprias casas.

2. Recordamos que, segundo a lei litúrgica, a celebração do Domingo começa com as primeiras vésperas. A lei canónica alargou o tempo útil para a participação na Missa de preceito para a tarde precedente. Trata-se de uma lei geral da Igreja que só pode ser alterada pela Sé Apostólica. A impossibilidade de cumprir o preceito dominical não dispensa ninguém - nem mesmo quem não pode ou não deve sair de casa por motivos alheios à sua vontade - de cumprir o mandamento divino de santificar o dia do Senhor. Isso pode fazer-se de múltiplas formas, vivendo na alegria espiritual o dia da ressurreição do Senhor Jesus: participar na Eucaristia no sábado ou noutro dia da semana; realizar com amor os serviços da convivência familiar, sem descurar o conveniente repouso do corpo e do espírito; dedicar um tempo razoável à oração pessoal e, se possível, em família, com a leitura da Sagrada Escritura e outros exercícios de piedade; unir-se espiritualmente, se possível, a alguma celebração eucarística transmitida pela rádio, televisão ou internet; estabelecer contacto, pelos meios disponíveis, com familiares, amigos e conhecidos, privilegiando os que mais sofrem a doença ou a solidão; estar solidariamente atentos às necessidades e alegrias dos vizinhos.

3. Caso não seja possível a realização da catequese presencial, pedimos aos catequistas para se manterem em contacto com os catequizandos e suas famílias e que, grupo por grupo, vão avaliando as possibilidades de lhes proporcionarem este serviço: por meios digitais e outros, direcionados preferentemente aos pais, no caso da catequese da infância, para que sejam estes, como primeiros catequistas, a transmitirem aos seus filhos a mensagem cristã. Em todo o caso, responsabilizem-se os pais pelo acompanhamento dos filhos durante eventuais sessões de catequese à distância para os ajudarem a concentrar-se nas mesmas e para esclarecer as incompreensões e dúvidas que os filhos possam ter; sem este envolvimento da família, a catequese por meios digitais será uma ilusão.

4. Damos graças a Deus pelo trabalho dedicado e criativo dos sacerdotes, diáconos e agentes pastorais, ao serviço das comunidades, Instituições Particulares de Solidariedade Social e capelanias, para viver, partilhar e encorajar a fé que produz esperança e confiança na presença de Deus que nos ajuda a superar as dificuldades presentes e a ir ao encontro de quem mais precisa.

5. Confiamos todos vós, as vossas famílias e as vossas comunidades ao amparo de Santa Maria, Senhora do Rosário de Fátima e Mãe da Igreja, pedindo, por sua intercessão, que o Senhor nos confirme na fé e na caridade, nos ajude a superar esta crise e a colaborar na construção de um mundo mais solidário e fraterno.

Fátima, 13 de novembro de 2020

33º Domingo do Tempo Comum - Ano A

15 Novembro 2020

Ano A
33º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Tema do 33º Domingo do Tempo Comum

A liturgia do 33º Domingo do Tempo Comum recorda a cada cristão a grave responsabilidade de ser, no tempo histórico em que vivemos, testemunha consciente, activa e comprometida desse projecto de salvação/libertação que Deus Pai tem para os homens.
O Evangelho apresenta-nos dois exemplos opostos de como esperar e preparar a última vinda de Jesus. Louva o discípulo que se empenha em fazer frutificar os "bens" que Deus lhe confia; e condena o discípulo que se instala no medo e na apatia e não põe a render os "bens" que Deus lhe entrega (dessa forma, ele está a desperdiçar os dons de Deus e a privar os irmãos, a Igreja e o mundo dos frutos a que têm direito).
Na segunda leitura, Paulo deixa claro que o importante não é saber quando virá o Senhor pela segunda vez; mas é estar atento e vigilante, vivendo de acordo com os ensinamentos de Jesus, testemunhando os seus projetos, empenhando-se ativamente na construção do Reino.
A primeira leitura apresenta, na figura da mulher virtuosa, alguns dos valores que asseguram a felicidade, o êxito, a realização. O "sábio" autor do texto propõe, sobretudo, os valores do trabalho, do compromisso, da generosidade, do "temor de Deus". Não são só valores da mulher virtuosa: são valores de que deve revestir-se o discípulo que quer viver na fidelidade aos projetos de Deus e corresponder à missão que Deus lhe confiou.

Fonte: Dehonianos

32º Domingo do Tempo Comum - Ano A

8 Novembro 2020

Ano A
32º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Tema do 32º Domingo do Tempo Comum

A liturgia do 32º Domingo do Tempo Comum convida-nos à vigilância. Recorda-nos que a segunda vinda do Senhor Jesus está no horizonte final da história humana; devemos, portanto, caminhar pela vida sempre atentos ao Senhor que vem e com o coração preparado para o acolher.
Na segunda leitura, Paulo garante aos cristãos de Tessalónica que Cristo virá de novo para concluir a história humana e para inaugurar a realidade do mundo definitivo; todo aquele que tiver aderido a Jesus e se tiver identificado com Ele irá ao encontro do Senhor e permanecerá com Ele para sempre.
O Evangelho lembra-nos que "estar preparado" para acolher o Senhor que vem significa viver dia a dia na fidelidade aos ensinamentos de Jesus e comprometidos com os valores do Reino. Com o exemplo das cinco jovens "insensatas" que não levaram azeite suficiente para manter as suas lâmpadas acesas enquanto esperavam a chegada do noivo, avisa-nos que só os valores do Evangelho nos asseguram a participação no banquete do Reino.
A primeira leitura apresenta-nos a "sabedoria", dom gratuito e incondicional de Deus para o homem. É um caso paradigmático da forma como Deus se preocupa com a felicidade do homem e põe à disposição dos seus filhos a fonte de onde jorra a vida definitiva. Ao homem resta estar atento, vigilante e disponível para acolher, em cada instante, a vida e a salvação que Deus lhe oferece.

Fonte: Dehonianos

Aproxima-se a SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS

Para evitarmos aglomerados nos cemitérios devido ao COVID-19, no final da eucaristia de domingo (1 de novembro) às 10h30, faremos uma Oração em Sufrágio por todos os fiéis defuntos.

Atenção! 

Não esquecer que devido à mudança da hora desta noite 24 para 25 de outubro a Eucaristia da tarde de domingo e da semana (terça e quinta) passará para as 18h00. 

30º Domingo do Tempo Comum - Ano A

25 Outubro 2020

Ano A
30º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Tema do 30º Domingo do Tempo Comum

A liturgia do 30º domingo Comum diz-nos, de forma clara e inquestionável, que o amor está no centro da experiência cristã. O que Deus pede - ou antes, o que Deus exige - a cada crente é que deixe o seu coração ser submergido pelo amor.
O Evangelho diz-nos, de forma clara e inquestionável, que toda a revelação de Deus se resume no amor - amor a Deus e amor aos irmãos. Os dois mandamentos não podem separar-se: "amar a Deus" é cumprir a sua vontade e estabelecer com os irmãos relações de amor, de solidariedade, de partilha, de serviço, até ao dom total da vida. Tudo o resto é explicação, desenvolvimento, aplicação à vida prática dessas duas coordenadas fundamentais da vida cristã.
A primeira leitura garante-nos que Deus não aceita a perpetuação de situações intoleráveis de injustiça, de arbitrariedade, de opressão, de desrespeito pelos direitos e pela dignidade dos mais pobres e dos mais débeis. A título de exemplo, a leitura fala da situação dos estrangeiros, dos órfãos, das viúvas e dos pobres vítimas da especulação dos usurários: qualquer injustiça ou arbitrariedade praticada contra um irmão mais pobre ou mais débil é um crime grave contra Deus, que nos afasta da comunhão com Deus e nos coloca fora da órbita da Aliança.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de uma comunidade cristã (da cidade grega de Tessalónica) que, apesar da hostilidade e da perseguição, aprendeu a percorrer, com Cristo e com Paulo, o caminho do amor e do dom da vida; e esse percurso - cumprido na alegria e na dor - tornou-se semente de fé e de amor, que deu frutos em outras comunidades cristãs do mundo grego. Dessa experiência comum, nasceu uma imensa família de irmãos, unida à volta do Evangelho e espalhada por todo o mundo grego.

Fonte: Dehonianos

29º Domingo do Tempo Comum - Ano A

18 Outubro 2020

Ano A
29º DOMINGO DO TEMPO COMUM

A liturgia do 29º Domingo do Tempo Comum convida-nos a refletir acerca da forma como devemos equacionar a relação entre as realidades de Deus e as realidades do mundo. Diz-nos que Deus é a nossa prioridade e que é a Ele que devemos subordinar toda a nossa existência; mas avisa-nos também que Deus nos convoca a um compromisso efetivo com a construção do mundo.
O Evangelho ensina que o homem, sem deixar de cumprir as suas obrigações com a comunidade em que está inserido, pertence a Deus e deve entregar toda a sua existência nas mãos de Deus. Tudo o resto deve ser relativizado, inclusive a submissão ao poder político.
A primeira leitura sugere que Deus é o verdadeiro Senhor da história e que é Ele quem conduz a caminhada do seu Povo rumo à felicidade e à realização plena. Os homens que atuam e intervêm na história são apenas os instrumentos de que Deus se serve para concretizar os seus projetos de salvação.
A segunda leitura apresenta-nos o exemplo de uma comunidade cristã que colocou Deus no centro do seu caminho e que, apesar das dificuldades, se comprometeu de forma corajosa com os valores e os esquemas de Deus. Eleita por Deus para ser sua testemunha no meio do mundo, vive ancorada numa fé ativa, numa caridade esforçada e numa esperança inabalável.

Fonte: Dehonianos

Falecimento D. José Augusto Pedreira 

(1935-2020)

"Tudo posso n´Aquele que me conforta" (Flp. 4, 13), recordou-nos S. Paulo ainda no passado Domingo. Deste modo, unidos ao coração do Pai, na força que nos advém da fraqueza que Jesus assume e revigora com a Ressurreição, no momento em que ainda recordamos de forma viva a partida repentina de D. Anacleto Oliveira, a Diocese de Viana do Castelo comunica o falecimento do seu Bispo Emérito D. José Augusto Martins Fernandes Pedreira, seu antecessor, ao final desta manhã. Neste mesmo espírito, depois de ouvido o Colégio de Consultores, Monsenhor Sebastião Pires Ferreira, Administrador Diocesano, informa que as exéquias terão lugar no dia 16 de Outubro, sexta-feira, pelas 15:00 horas na Sé Catedral de Viana do Castelo, indo o féretro, posteriormente, a sepultar no Cemitério da Ordem Terceira desta mesma cidade. Na mesma Sé Catedral, nesta Quinta-feira, os restos mortais estarão já disponíveis para a oração pública e responsável dos fiéis, ocorrendo, pelas 21:30 a recitação da hora canónica de Completas e na Sexta-Feira, dia 16 de Outubro, a hora de Laudes pelas 9:30. Mais se informa que a Missa de 7º Dia decorrerá no dia 20 de Outubro, pelas 18:00 horas na mesma Sé Catedral. As circunstâncias excecionais que nos envolvem aconselham-nos, por isso, a reanimar a oração, assim como à serenidade e tranquilidade com fim a uma gestão cuidadosa da saúde pública. 

Unidos no Senhor,

A Diocese de Viana do Castelo

28º Domingo do Tempo Comum - Ano A

11 Outubro 2020

Ano A28º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Tema do 28º Domingo do Tempo Comum

A liturgia do 28º Domingo do Tempo Comum utiliza a imagem do "banquete" para descrever esse mundo de felicidade, de amor e de alegria sem fim que Deus quer oferecer a todos os seus filhos.
Na primeira leitura, Isaías anuncia o "banquete" que um dia Deus, na sua própria casa, vai oferecer a todos os Povos. Acolher o convite de Deus e participar nesse "banquete" é aceitar viver em comunhão com Deus. Dessa comunhão resultará, para o homem, a felicidade total, a vida em abundância.
O Evangelho sugere que é preciso "agarrar" o convite de Deus. Os interesses e as conquistas deste mundo não podem distrair-nos dos desafios de Deus. A opção que fizemos no dia do nosso batismo não é "conversa fiada"; mas é um compromisso sério, que deve ser vivido de forma coerente.
Na segunda leitura, Paulo apresenta-nos um exemplo concreto de uma comunidade que aceitou o convite do Senhor e vive na dinâmica do Reino: a comunidade cristã de Filipos. É uma comunidade generosa e solidária, verdadeiramente empenhada na vivência do amor e em testemunhar o Evangelho diante de todos os homens. A comunidade de Filipos constitui, verdadeiramente, um exemplo que as comunidades do Reino devem ter presente.

Fonte: Dehonianos

27º Domingo do Tempo Comum - Ano A

4 Outubro 2020

Ano A
27º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Tema do 27º Domingo do Tempo Comum

A liturgia do 27º Domingo do Tempo Comum utiliza a imagem da "vinha de Deus" para falar desse Povo que aceita o desafio do amor de Deus e que se coloca ao serviço de Deus. Desse Povo, Deus exige frutos de amor, de paz, de justiça, de bondade e de misericórdia.
Na primeira leitura, o profeta Isaías dá conta do amor e da solicitude de Deus pela sua "vinha". Esse amor e essa solicitude não podem, no entanto, ter como contrapartida frutos de egoísmo e de injustiça... O Povo de Jahwéh tem de deixar-se transformar pelo amor sempre fiel de Deus e produzir os frutos bons que Deus aprecia - a justiça, o direito, o respeito pelos mandamentos, a fidelidade à Aliança.
No Evangelho, Jesus retoma a imagem da "vinha". Critica fortemente os líderes judaicos que se apropriaram em benefício próprio da "vinha de Deus" e que se recusaram sempre a oferecer a Deus os frutos que Lhe eram devidos. Jesus anuncia que a "vinha" vai ser-lhes retirada e vai ser confiada a trabalhadores que produzam e que entreguem a Deus os frutos que Ele espera.
Na segunda leitura, Paulo exorta os cristãos da cidade grega de Filipos - e todos os que fazem parte da "vinha de Deus" - a viverem na alegria e na serenidade, respeitando o que é verdadeiro, nobre, justo e digno. São esses os frutos que Deus espera da sua "vinha".
Dehonianos.pt

Apostolado do Mar: Vaticano assinala 100 anos de pastoral do setor, alertando para impacto da pandemia

Celebrações do primeiro centenário da «Stella Maris» decorrem online

O Vaticano publicou uma mensagem pelo primeiro centenário do Apostolado do Mar, alertando para a crise humana que se vive no setor, por causa da pandemia.

O presidente do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral (Santa Sé), cardeal Peter Turkson, apela a governos, organizações internacionais e nacionais e autoridades portuárias para que unam esforços, a fim de "resolver esta dramática situação".

Com "as restrições de viagem, o encerramento das fronteiras e as medidas de quarentena impostas por muitos governos em resposta à pandemia da Covid-19", afirma o cardeal, mais de 300 mil marítimos estão atualmente confinados ao mar, com dificuldades nos contratos de trabalho que tiveram de ser prorrogados.

A Igreja Católica manifesta a sua solidariedade perante o que qualifica como "crise de emergência humana no mar".

O colaborador do Papa destaca ainda o trabalho realizado por capelães e voluntários católicos, os quais realizam "pelo menos 70 mil visitas de navios", em cerca de 300 portos no mundo.

No próximo domingo, D. Philip Tartaglia, arcebispo de Glasgow, vai presidir uma Missa de ação de graças pelos 100 anos da 'Stella Maris', pelas 15h00 (hora de Lisboa), com transmissão ao vivo, via streaming.

O XXV Congresso Mundial do Apostolado do Mar, por sua vez, foi adiado para 2021, de 3 a 8 de outubro, também em Glasgow, na Escócia.

A rede mundial da 'Stella Maris', ministério da Igreja Católica, foi fundada nessa cidade escocesa, em 1920, contando hoje com mais de mil capelães e voluntários.

A Santa Sé anuncia que o ministério para as pessoas que trabalham e vivem do mar passa a ter uma única denominação, 'Stella Maris' (Estrela do Mar), nome ligado à devoção à Virgem Maria.

O padre Bruno Ciceri, diretor internacional da 'Stella Maris' no Dicastério para o Serviço de Desenvolvimento Humano Integral, precisa que a designação vai substituir o atual nome, 'Apostolado do Mar'.

27 Setembro 2020

26º Domingo do Tempo Comum - Ano A

ANO A
26º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Tema do 26º Domingo do Tempo Comum

A liturgia do 26º Domingo do Tempo Comum deixa claro que Deus chama todos os homens e mulheres a empenhar-se na construção desse mundo novo de justiça e de paz que Deus sonhou e que quer propor a todos os homens. Diante da proposta de Deus, nós podemos assumir duas atitudes: ou dizer "sim" a Deus e colaborar com Ele, ou escolher caminhos de egoísmo, de comodismo, de isolamento e demitirmo-nos do compromisso que Deus nos pede. A Palavra de Deus exorta-nos a um compromisso sério e coerente com Deus - um compromisso que signifique um empenho real e exigente na construção de um mundo novo, de justiça, de fraternidade, de paz.
Na primeira leitura, o profeta Ezequiel convida os israelitas exilados na Babilónia a comprometerem-se de forma séria e consequente com Deus, sem rodeios, sem evasivas, sem subterfúgios. Cada crente deve tomar consciência das consequências do seu compromisso com Deus e viver, com coerência, as implicações práticas da sua adesão a Jahwéh e à Aliança.
O Evangelho diz como se concretiza o compromisso do crente com Deus... O "sim" que Deus nos pede não é uma declaração teórica de boas intenções, sem implicações práticas; mas é um compromisso firme, coerente, sério e exigente com o Reino, com os seus valores, com o seguimento de Jesus Cristo. O verdadeiro crente não é aquele que "dá boa impressão", que finge respeitar as regras e que tem um comportamento irrepreensível do ponto de vista das convenções sociais; mas é aquele que cumpre na realidade da vida a vontade de Deus.
A segunda leitura apresenta aos cristãos de Filipos (e aos cristãos de todos os tempos e lugares) o exemplo de Cristo: apesar de ser Filho de Deus, Cristo não afirmou com arrogância e orgulho a sua condição divina, mas assumiu a realidade da fragilidade humana, fazendo-se servidor dos homens para nos ensinar a suprema lição do amor, do serviço, da entrega total da vida por amor. Os cristãos são chamados por Deus a seguir Jesus e a viver do mesmo jeito, na entrega total ao Pai e aos seus projetos.

Último adeus a D. Anacleto Oliveira marcado para dia 22 de setembro

Bispo diocesano irá a sepultar na quarta-feira, dia 23 de setembro, em Cortes, Leiria, a sua terra natal

As exéquias fúnebres de D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana do Castelo, estão marcadas para terça- feira, dia 22 de setembro, seguindo as normas de saúde prescritas, conforme anunciado pela diocese.

Segunda-feira (21 de setembro)

Final da tarde - Acolhimento dos restos mortais de D. Anacleto na Sé de Viana do Castelo

22:30 - Oração das Completas

Terça-feira (22 de setembro)

09:00 às 14:00 - Oração livre dos fiéis (cumprindo as normas da DGS)

15:00 - Celebração Exequial na Sé de Viana do Castelo

Quarta-feira (23 de setembro)

10:00 - Chegada à Sé de Leiria

15:00 - Celebração Exequial na Sé de Leiria seguida do sepultamento no cemitério de Cortes.

Presidente da República lamenta «morte repentina e trágica» de D. Anacleto Oliveira

Marcelo Rebelo de Sousa envia condolências à família do bispo de Viana e às comunidades católicas

O presidente da República Portuguesa lamentou hoje, em comunicado, a "morte repentina e trágica" de D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana do Castelo, que faleceu num acidente de viação.

"Ainda recentemente, D. Anacleto celebrara 50 anos de sacerdócio e 10 anos de presença na diocese do Alto Minho. A sua morte repentina e trágica, numa altura da vida em que tanto haveria a esperar do seu exemplo de pastor e de homem de bem, é motivo de consternação para os Portugueses, crentes e não crentes", refere Marcelo Rebelo de Sousa, numa texto divulgado pela Presidência da República.

O chefe de Estado envia condolências "à família enlutada e à Igreja Católica".

A mensagem assinala que a nomeação de D. Anacleto Oliveira como bispo de Viana do Castelo, em 2010, foi "o culminar de uma trajetória espiritual e pastoral de muitas décadas, feita ao serviço da Igreja Católica e dos seus fiéis".

D. Anacleto Oliveira faleceu hoje aos 74 anos de idade, na sequência de um despiste de automóvel, na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, que ocorreu ao fim da manhã; o bispo era o único ocupante da viatura.

Em agosto, Marcelo Rebelo de Sousa tinha enviado uma mensagem ao responsável pela Diocese de Viana do Castelo, para assinalar os 10 anos neste território eclesial e o seu 50.º aniversário de ordenação sacerdotal.

"Conhecimento, disponibilidade e serviço são exigências do múnus sacerdotal, e, por maioria de razão, episcopal. E os vianenses bem sabem da alegria de poder contar com um Bispo disponível no contacto pastoral e humano que é ao mesmo tempo um intelectual da Igreja, que integrou a equipa que traduziu a Nova Bíblia dos Capuchinhos e que atualmente preside à Comissão Episcopal de Liturgia", escreveu.

O presidente da República recordava um "notável percurso", ao serviço da Igreja, "em diálogo com a sociedade".

"A ousada divisa episcopal de D. Anacleto, 'Escravo de Todos', pode soar estranha aos nossos ouvidos, até nos lembrarmos das palavras do Apóstolo Paulo: 'Pois, sendo livre de todos, fiz-me escravo de todos para ganhar o maior número'", sublinhava.

Numa nota de imprensa enviada à Agência ECCLESIA, a Diocese de Viana do Castelo comunica o falecimento "de forma inesperada" do seu bispo, convidando a uma "oração reforçada" e à "serenidade".

"As circunstâncias excecionais que nos envolvem aconselham-nos, por isso, a uma oração reforçada, assim como à serenidade e tranquilidade próprias de quem coloca o seu coração no Senhor", refere o texto.

D. Anacleto Oliveira nasceu a 17 de julho de 1946, na freguesia de Cortes, em Leiria, e foi ordenado sacerdote a 15 de agosto de 1970; após a ordenação, estudou Sagrada Escritura em Roma e na Alemanha, onde foi capelão de uma comunidade portuguesa durante 10 anos.

Nomeado bispo para auxiliar de Lisboa em 2005, pelo Papa João Paulo II, a ordenação episcopal de D. Anacleto Oliveira decorreu no Santuário de Fátima no dia 24 de abril desse ano, presidida por D. Serafim Ferreira e Silva, então bispo da Diocese de Leiria-Fátima.

No dia 11 de junho de 2010 D. Anacleto Oliveira foi nomeado por Bento XVI como bispo de Viana do Castelo, o quarto bispo da diocese do Alto Minho, criada pelo Papa Paulo VI em 1977.

Na Conferência Episcopal Portuguesa, o bispo de Viana do Castelo presidia atualmente à Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade e à Comissão de Tradução da Bíblia.

Conferência Episcopal manifesta «grande tristeza» pelo falecimento de D. Anacleto Oliveira

Bispo de Viana recordado como «biblista e homem de cultura» 

A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) manifestou hoje "grande tristeza" perante a notícia do falecimento de D. Anacleto Oliveira, vítima de um acidente de viação.

"Eram conhecidas as competências de D. Anacleto como biblista e homem de cultura, constantemente atento às realidades concretas da nossa sociedade, extremamente dedicado aos sacerdotes e aos fiéis que servia pastoralmente, sempre solícito nas ações comuns da Igreja em Portugal", refere uma nota do organismo católico, enviada à Agência ECCLESIA.

O texto recorda que o falecido bispo tinha celebrado recentemente "50 anos de ordenação sacerdotal e 10 anos como pastor da Diocese de Viana do Castelo".

D. Anacleto Oliveira faleceu hoje aos 74 anos de idade, na sequência de um despiste de automóvel, na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, que ocorreu ao fim da manhã; era o único ocupante da viatura.

A nota recorda que o falecido bispo integrou vários organismos da CEP, incluindo o seu Conselho Permanente, e que nos últimos seis anos presidia à Comissão de Tradução da Bíblia para português a partir dos textos originais; em junho tinha sido eleito presidente da Comissão Episcopal da Liturgia e Espiritualidade.

Agradecemos ao Senhor por tantos e bons trabalhos que D. Anacleto exerceu entre nós, rezamos para que o acolha na sua comunhão, concedendo-lhe o eterno descanso nos esplendores da luz perpétua, e desejamos que seja nosso intercessor no Coração de Deus Pai, alimentando com fé e esperança todos os que sofrem por esta inesperada partida".

Numa nota de imprensa enviada à Agência ECCLESIA, a Diocese de Viana do Castelo comunicou o falecimento "de forma inesperada" do seu bispo, convidando a uma "oração reforçada" e à "serenidade".

"As circunstâncias excecionais que nos envolvem aconselham-nos, por isso, a uma oração reforçada, assim como à serenidade e tranquilidade próprias de quem coloca o seu coração no Senhor", refere o texto.

D. Anacleto Oliveira nasceu a 17 de julho de 1946, na freguesia de Cortes, em Leiria, e foi ordenado sacerdote a 15 de agosto de 1970; após a ordenação, estudou Sagrada Escritura em Roma e na Alemanha, onde foi capelão de uma comunidade portuguesa durante 10 anos.

Nomeado bispo para auxiliar de Lisboa em 2005, pelo Papa João Paulo II, a ordenação episcopal de D. Anacleto Oliveira decorreu no Santuário de Fátima no dia 24 de abril desse ano, presidida por D. Serafim Ferreira e Silva, então bispo da Diocese de Leiria-Fátima.

No dia 11 de junho de 2010 D. Anacleto Oliveira foi nomeado por Bento XVI como bispo de Viana do Castelo, o quarto bispo da diocese do Alto Minho, criada pelo Papa Paulo VI em 1977.

Faleceu o bispo de Viana do Castelo

Set 18, 2020 - 18:59


D. Anacleto Oliveira celebrou este verão 50 anos de sacerdócio e 10 de presença na diocese do Alto Minho

 D. Anacleto Oliveira, bispo de Viana do Castelo, faleceu hoje aos 74 anos de idade, confirmou à Agência ECCLESIA o secretário e porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, padre Manuel Barbosa.

O responsável católico morreu na sequência de um despiste de automóvel, na Autoestrada 2 (A2) perto de Almodôvar, que ocorreu ao fim da manhã de hoje; D. Anacleto Oliveira era o único ocupante da viatura.

Fonte da GNR, citada pela Lusa, indicou que o óbito foi declarado no local e o corpo foi encaminhado para o serviço de Medicina Legal do Hospital de Beja.

Numa nota de imprensa enviada à Agência ECCLESIA, a Diocese de Viana do Castelo comunica o falecimento "de forma inesperada" do bispo diocesano, convidando a uma "oração reforçada" e à "serenidade".

"As circunstâncias excecionais que nos envolvem aconselham-nos, por isso, a uma oração reforçada, assim como à serenidade e tranquilidade próprias de quem coloca o seu coração no Senhor", refere o texto.

Agência Ecclesia

D. Anacleto Oliveira nasceu a 17 de julho de 1946, na freguesia de Cortes, em Leiria, e foi ordenado sacerdote a 15 de agosto de 1970; após a ordenação, estudou Sagrada Escritura em Roma e na Alemanha, onde foi capelão de uma comunidade portuguesa durante 10 anos.

Nomeado bispo para auxiliar de Lisboa em 2005, a ordenação episcopal de D. Anacleto Oliveira decorreu no Santuário de Fátima no dia 24 de abril desse ano, presidida por D. Serafim Ferreira e Silva, então Bispo da Diocese de Leiria-Fátima.

No dia 11 de junho de 2010 D. Anacleto Oliveira foi nomeado bispo de Viana do Castelo, o quarto bispo da diocese criada pelo Papa Paulo VI em 1977.

Na Conferência Episcopal Portuguesa, o bispo de Viana do Castelo presidia atualmente à Comissão Episcopal Liturgia e Espiritualidade e à Comissão de Tradução da Bíblia para português a partir dos textos originais, que está em curso.

Este verão, D. Anacleto Oliveira assinalou no dia 14 de agosto os 10 anos de bispo de Viana do Castelo e 50 de ordenação sacerdotal.

Em declarações à Agência ECCLESIA por ocasião do jubileu sacerdotal, D. Anacleto Oliveira recordou o dia em que chegou a Viana do Castelo, a 15 de agosto de 2010, para onde foi "à aventura".

"Estava um calor infernal nesse dia, vim para aqui às escuras, não conhecia o Minho nem procurei conhecer, apenas me informei o que era Viana do Castelo e vim à aventura", lembrava.

Dez anos depois, o bispo dizia sentir-se bem no Minho e da "maneira de ser minhota, extrovertida e brincalhona" das suas gentes.

"Quando estou fora sinto saudades de Viana. É difícil não se enamorar por esta diocese, encontramos aqui pessoas tão boas e de quem recebemos muito e muitas lições, são pessoas muito abertas à mensagem que procuramos transmitir e isso é compensador para nós", afirmou.

De operário fabril a bispo diocesano - D. Anacleto Oliveira percorre os 50 anos de sacerdote e dez anos de entrada na Diocese de Viana do Castelo (c/vídeo)

Conferência Episcopal aprovou candidatura de três igrejas a basílicas menores

Os bispos católicos portugueses, reunidos em Assembleia Plenária, aprovaram em Fátima a candidatura de três igrejas a basílicas menores, nas Dioceses de Viana do Castelo e de Bragança-Miranda

Na informação enviada hoje à Agência ECCLESIA, a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) informa que Assembleia Plenária aprovou as candidaturas a Basílica menor da igreja de São Domingos, onde está sepultado São Bartolomeu dos Mártires, e igreja do Sagrado Coração de Jesus, no monte de Santa Luzia, ambas na Diocese de Viana do Castelo.

Os bispos católicos portugueses aprovaram também a candidatura da igreja Matriz da Torre de Moncorvo, na Diocese de Bragança-Miranda, a Basílica menor.

Na Igreja Católica há "basílicas maiores" e "basílicas menores", de que são exemplo, em Portugal, a dos Mártires, em Lisboa, a Real, de Castro Verde, e as de Nossa Senhora do Rosário e da Santíssima Trindade de Fátima.

A palavra basílica, com origem nos termos gregos 'basileus' (rei) e 'basilikos' (real), era utilizada na Roma antiga para designar grandes edifícios de reunião.

Esta terça-feira, na Assembleia Plenária da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), que termina hoje em Fátima, foi eleito como presidente da CEP o bispo da Diocese de Setúbal, D. José Ornelas, para os próximos três anos (2020-2023), e os bispos procederam também à eleição dos presidentes das sete Comissões Episcopais do organismo católico.

A Nossa História

A Paróquia de Nossa Senhora de Monserrate foi instituída em 23 de Janeiro de 1621.

Porém, a história da criação da Paróquia tinha começado 80 anos antes e envolveu quatro Arcebispos de Braga.

A primeira intenção de criar a Paróquia foi demonstrada em 1541, quando o Arcebispo de Braga, D. Frei Diogo da Silva, em visitação, tendo constatado o grande aumento demográfico da Vila de Viana, decidiu, após ouvir o Cabido e a Câmara, criar uma nova paróquia, e edificar outra igreja com a invocação do Bem-Aventurado Apóstolo, S. Paulo, na parte ocidental da Vila. O Arcebispo faleceu alguns meses depois e o processo não se concretizou.